Culto de Oração

Venha Orar e Clamar ao Senhor junto conosco! Toda Terça-feira, às 19h00.

Culto de Doutrina

Venha Aprender da Palavra de Deus junto conosco! Toda Quinta-feira, às 19h00.

Culto Evangelístico

Levando o Evangelho de Jesus Cristo a todos os que necessitam! Toda Sexta, às 19h30.

Jovens com Propósito

Venha Bendizer e Exaltar o Nome do Senhor junto com os jovens! Todo Sábado, às 16h30.

Escola Bíblica Infantil

Traga seus filhos para aprenderem mais do Senhor na EBD Infantil! Todo Domingo, às 08h00.

Escola Bíblica Dominical

Venha Estudar a Bíblia e Aprender da Palavra de Deus na EBD! Todo Domingo, às 09h00.

Culto de Louvor e Adoração

Venha Louvar e Adorar ao Senhor Jesus junto conosco! Todo Domingo, às 19h00.

Historia da Igreja de Cristo em Caraubas!


  

 Em 1975 ainda não existia Igreja de Cristo em Caraúbas/RN, porém, havia três irmãos: Adaltiva Tavares de Morais, João Leandro e sua esposa Zilmar.  Por não haver ainda esta igreja nesta cidade, os referidos irmãos frequentavam a igreja evangélica Assembleia de Deus.
    Naquela época, houve um culto de aniversário da Igreja de Cristo na comunidade de Apanha Peixes, que também pertence a Caraúbas/RN, e na oportunidade a irmã Adaltiva encontrou-se com os pastores David Marroque Teixeira, Antônio Olímpio Dantas e Walfredo de Medeiros. Nesse encontro, a irmã disse que sentia-se desejosa que fosse aberto um trabalho da Igreja de Cristo na cidade de Caraúbas/RN.
     Perguntaram quantos irmãos tinham. E ela disse que tinham três irmãos, todos igualmente bem dispostos a trabalhar. Diante disso, foi marcado um trabalho para a casa da irmã Adaltiva, trabalho esse que contou com a presença da Igreja de Cristo vinda de várias cidades circunvizinhas. O culto foi uma bênção! Logo após o término da reunião foi deixada sob a responsabilidade desta irmã, a tarefa de procurar um prédio que servisse de amparo à igreja e de um lugar fixo para a realização dos trabalhos.
     Depois que o prédio foi alugado, logo cuidaram em reformá-lo para o culto de organização da igreja em Caraúba/RN. Neste culto houve uma decisão, que foi a irmã Rita Leite. Nos dias de sábado, o pastor David Marroque Teixeira vinha apresentar o programa Voz Evangélica através da rádio Centenário e já ficava para o culto à noite. Nas quartas-feiras, o pastor Antônio Olímpio Dantas vinha de Apodi com mais dois irmãos para a realização desses trabalhos e durante os demais dias da semana, os irmãos mesmo realizavam.
     Todos os domingos às 05:00hs da manhã, os irmãos oravam pedindo a Deus para mandar um pastor. Antes de um ano foi empossado no trabalho o pastor Aldir Palmeiras. Já bem próximo da sua chegada definitiva, o dono do prédio disse aos irmãos que se eles quisessem continuar usando o imóvel, teriam que comprá-lo, pois estava pensando em vender. Os irmãos reuniram-se e decidiram entregar o prédio antes do prazo, por não haver condições de pagar pelo valor pedido. Foi alugada uma casa na rua Santa Rita e os irmãos realizavam os trabalhos na sala.
     Passados alguns dias, o dono da casa disse que havia vendido a casa. Mais uma vez os irmãos tiveram procurar novas instalações, porém sem êxito. Depois de muita procura, foi encontrado um prédio que tinha apenas, dois cômodos, onde depois de alugado foi feito um banheiro de lona. Havia um irmão chamado Wellingniton que pastoreava um certo rebanho, este procurou o pastor David para congregar-se com ele e David aceitou. Depois disso, a igreja ficou instalada no prédio desse irmão.
     Com um tempo foi comprada uma casa com um terreno e o pastor Aldir começou a construir. O pastor Aldir teve que ser transferido para a cidade de Umarizal e Antônio Valentim o substituiu. A construção do templo não avançou nesse período, então, saiu Valentim e assumiu o Pb Cornélio, que também não deu muitos avanços na construção. Depois veio o Pb Antonio Gomes, foi quando a construção do templo pode ser concluída.
     Nesse período levantou-se um grupo de irmãos que queriam um pastor com um nível cultural maior, pois a igreja havia desenvolvido muito nessa área se por isso e achavam nesse direito.O mesmo grupo de  irmãos também não estava satisfeito com o trabalho do Pb Antônio Gomes, e  por esta razão se combinaram para o tirar do pastorado, até conseguir. Nesse contexto, em que a igreja estava sendo manipulada por este grupo é empossado o pastor Antonio Tarcísio Barros. O pastor foi recebido com grande alegria, porém com o passar do tempo, não teve como evitar também a mesma conspiração, e igualmente teve que deixar o pastorado dessa igreja.
     Após a saída do pastor Tarcísio, acontecida no dia 04 de Janeiro de 1999, assumiu interinamente o pastorado um irmão, conhecido por nome de Francinaldo. Depois foi feita mais uma reunião e a igreja decidiu convidar o Pb Aluízio Otaviano, período marcado por uma grande perseguição ao grupo que se oponha e que se achava dono da igreja.
      Não durou muito, e mais uma vez, lá estavam os "INTELECTUAIS", de forma desleal, colocando mais um pastor para fora. Assumiu o pastorado, o Pb. Gilberto Gomes, que conseguiu apesar de tudo realizar um bom trabalho. Ao perceber a maneira suja do grupo trabalhar, o Pb Gilberto começou a ignorá-lo. Os ânimos foram se esquentando, pois o grupo de "INTELECTUAIS" ao perceber que o seu pastor não fazia o que eles queriam, levantaram-se com toda fúria contra ele e os irmãos que o apoiavam. O fim da picada foi quando o grupo fez uma manobra com o coordenador da região a qual pertenciam para excluir o Pb Gilberto do campo de uma vez por todas. Esse tipo de atitude acarretou na saída de um grupo de irmãos que há muito tempo já sofriam com as perseguições.
Pastor David, alguém cujo ministério participou da abertura
de muitas Igrejas na nossa região
     Não por acaso, mas por essas razões de maus tratos e outras mais, esses irmãos convidaram mais uma vez o pastor David Marroque para abrir um outro trabalho da Igreja de Cristo em Caraúbas/RN. No dia 04 de Janeiro de 2008, o pastor David veio com com um grupo de irmãos realizar o culto de organização da Igreja de Cristo em Caraúbas; isso no mesmo local, onde há exatos 25 anos atrás, a Igreja começou o seu trabalho na cidade pela primeira vez.
     Na ocasião foi empossado à frente do trabalho, o Ev. João Bosco de Lima, que juntamente com esses poucos irmãos foram bastantes abençoados, de maneira que, em dois meses, já realizavam os cultos fora do prédio, devido a grande quantidade de irmãos que não cabiam mais no templo. Foi então, decidido mudar de prédio.
     Hoje estamos num prédio situado à rua Francisco Martins de Miranda, n° 503, no centro da cidade de Caraúbas/RN. Contamos com uma membresia de aproximadamente 100 irmãos; temos uma congregação no bairro Alto da Liberdade, dirigida pela irmã Jéssica Mendes; um núcleo missionário no bairro Haroldo Maia, dirigido pelo irmão Milton Nunes e uma congregação na comunidade de Mariana, para onde estamos treinando também um dirigente. Atualmente, encontra-se no pastorado desta igreja, o Ev. Magnus Kelly, casado com a irmã Adriana e pai de um filhinho, o Víctor Gabriel. Estamos juntos e o nosso objetivo é trabalhar para o reino deste Deus Todo-Poderoso. Ore pela Igreja de Cristo, ore pela Igreja de Cristo em Caraúba/RN. Um forte abraço e que a graça e a paz do senhor Jesus Cristo sejam com todos, amém

Ev. Magnus, Pastor da Igreja em Caraubas


Por Ev. Magnus Kelly

Diário de uma Missão







Agora a pouco voltei da evangelização nas Várzeas! E uma pessoa aceitou a Jesus como Senhor e Salvador! O lugar visitado essa tarde chamado de Taboleiro era lindíssimo alto e privilegiado com uma visão de toda a comunidade das várzeas cercado por arvores pastos plantações e animais !Hoje tivemos de tudo. Do sublime quando alguém aceita a Cristo até o momento do embate com o reino das trevas onde todas as irmãs que entraram na casa tiveram a mesma sensação de guerra espiritual. Estava muito perceptível para nós, mas em oração repreendemos o mal e conseguimos pregar a palavra ali! Visitamos hoje mais casas do que o de costume e podemos  ver uma porta aberta ali para pregarmos mais a inda a palavra. Orem por nós pois na próxima segunda iremos para outra localidade daquela comunidade anunciarmos que Jesus é o único caminho que nos leva a Deus. , nosso objetivo é visitarmos toda aquela região e conseguiremos em nome de Jesus! 


Por Evangelista Daniel

“Capital ilimitado procura sócio criativo”


Não sei se é lenda urbana ou fato, mas corre a notícia que o Festival de Woodstock, no final da década de 60, nos Estados Unidos, e que mexeu com a consciência e os sentidos de milhões de jovens no mundo, e alterou toda uma geração — aconteceu em razão de que dois jovens ganharam um fundo familiar e pensaram o que fazer com o dinheiro. 


As opções eram: economizar a grana, que era muita, e capaz de manter a cada um deles, com suas futuras famílias, a vida toda; gastar o dinheiro de maneira livre e pródiga; ou investir em algo que mudasse pessoas. 


Teriam então tomado a terceira via. Como conseqüência dessa escolha, teriam também colocado um anuncio em alguns jornais americanos, dizendo: “Capital ilimitado procura sócio criativo”. 

E teria sido somente isso!... 

Centenas de cartas com projetos começaram a aparecer. Projetos bons e lucrativos. Porém, em meio a tantos, teria surgido o projeto do Festival de Woodstock. Os jovens teriam se encantado e optado por ele. Assim, supostamente, investiram tudo o que tinham para bancar o projeto. E durante três dias ele aconteceu. E tocou nas vísceras da terra. 

Como resultado do evento e de sua magnitude cultural e espiritual, os empreendedores acabariam tirando do Festival, e de tudo o que dele decorreu, muito mais dinheiro do que teriam investido. Embora essa nem fosse a motivação inicial. 

“Capital ilimitado procura sócio criativo” — é uma frase que bem expressa o chamado de Deus para todo ser humano. 

Sim! Porque o Investidor tem Capital Ilimitado. Capital de toda sorte de bênçãos nas regiões celestiais. E, além disso, nos fez Seus herdeiros, nos deu o Trust da Cruz, nos potencializou com o poder da Ressurreição, nos deu uma visão de glória por vir, nos tirou o medo da morte aqui, e nos forneceu a garantia ilimitada de que todas as coisas cooperam para o nosso bem — tão somente o amemos e entreguemos nosso ser à criatividade que é movida pelo amor a Deus e ao próximo, e que não teme parar qualquer caminho a fim de se dedicar a um sonho de uma vereda melhor. 

O Evangelho é o anuncio que diz “Capital Ilimitado procura sócio criativo”. 

Sim! O sócio tem que ser criativo; pois, somente um sócio ou cooperador criativo é que possui a coragem para correr o risco da fé. 

Criatividade e loucura muitas vezes se confundem. E não é possível, pelos padrões da “normalidade” e da “média”, olhar para os homens de fé que nos precederam conforme os relatos bíblicos, e não enxergarmos os loucos criativos de Deus usando o Capital Ilimitado. 

Noé, Abraão, José, Moisés, Josué, Gideão, Sansão, Davi, Jeremias, Daniel, Zacarias, etc. — não seriam aprovados em nenhum exame psicotécnico. Seriam considerados malucos sonhadores. Desequilibrados. Seres místicos em excesso ou primitivos demais. 

E o que dizer de João Batista? De Maria? De José, seu marido? De todos os apóstolos que escolheram a morte em razão da certeza da Ressurreição? De Paulo e sua louca compreensão da Graça? E de João e seu enlouquecido Apocalipse? 

Capital Infinito procura cooperador cheio de fé, esperança e amor! — é o anuncio de Deus a você. 

“Tudo isso te darei se prostrado me adorares” — é o outro anuncio. 

Deus procura cooperadores livres e criativos; e que por amor, a Ele se unam; e assim Dele recebam o capital da Graça para expandirem todos os seus dons e talentos; sem medo e sem limite; tudo nas fronteiras do que é bom; pois, nesse caso, os únicos pré-requisitos são — fé, esperança, e amor. E o único limite é aquele que não limita: o amor ao próximo. 

O paradoxo é que servindo em amor, se adora a Deus, enquanto se é Seu cooperador, sócio, e amigo. 

Mas aquele que anuncia “Tudo isso te darei se prostrado me adorares” — não quer sócios. Quer apenas escravos de sua adoração. De fato, ele não dá nada; exceto a morte como premio da adoração dada a ele em razão de nossa paixão pelos poderes deste mundo. 

O que muito me dói é ver que os “sócios de Deus” não conhecem o Capital Ilimitado e nem tampouco são criativos na fé. 

Eles, os supostos “sócios de Deus”, preferem um Capital Limitado e uma serventia paralisada. Isso quando se trata de “Deus”. Ou, então, quando buscam Capital Ilimitado, buscam-no não em Deus, mas nos esquemas de marketing, de manipulação e de barganha pelo poder, conforme o diabo e suas ofertas (Mt 4). 

Então, enlouquecem das loucuras do mundo e de suas ambições; mas não são os loucos do amor de Deus; os sócios e cooperadores criativos com a Graça; e menos ainda são amigos de Deus; sendo, nesse caso, ou servos medrosos, que escondem o capital e o enterram, ou servos perversos, que surtam de megalomania e vicio de poder, e passam a tratar mal os seus conservos — conforme as parábolas de Jesus. 

Estamos diante de um novo e tenebroso tempo na Terra. Mais do que nunca o anuncio divino se faz ouvir: Capital Ilimitado procura cooperadores criativos em fé, esperança e amor! 

No século passado Mahatma Gandhi nos provou que uma ‘pessoainha’ capaz de fé, esperança e amor pode derrubar um império! 

Semana passada eu, Adriana e Daniel fomos almoçar na casa de umas pessoas amigas e do Caminho. Ficamos chocados ao ver que literalmente de caco em caco, de escombro em escombro, de demolição em demolição, de pedaços de materiais abandonados no chão da rua e ou no lixo... — eles construíram o prédio de uma escola linda, com as próprias mãos; e eles mesmos formam o corpo docente desse lugar de Graça, e que é ensino referencial, com prêmios ganhos. 

O Anuncio está feito! 

Ofereça-se. Decida o que você quer. Veja se deseja usar o Capital Ilimitado que só é acionado pela fé, pela esperança e pelo amor, e que o torna um sócio da vontade de Deus no mundo, com toda a liberdade para você ser conforme o amor; e, mais ainda, de acordo com o dom de criatividade que a Graça de Deus sobre você derramou — ou, se, ao contrário disso, você deseja viver de quatro pro diabo, fazendo barganhas, e vendendo a alma. 

Graça Infinita procura adorador criativo e grato! 

“Quem desejar, venha e veja!” — diz o Investidor! 


Nele, em Quem temos ilimitados recursos, e criatividade doada pelo mesmo que Investe, 



Caio

Evangelismo Pessoal!


A evangelização pessoal.

Há muito ja nos ensinaram que a evangelização pessoal é a melhor maneira de levar a mensagem de vida e paz a cada pecador. É uma pratica antiga, mas é segura e de muitos resultados grandiosos para o Reino de Deus. Segundo somos informados que Jesus usou este método para evangelizar. Tratando com a mulher samaritana, com Zaqeu, com o cego de Jericó e um número sem fim de seus ouvintes. Mais tarde os discipulos usaram a mesma forma de evangelizar para alcançar homens e mulheres que queria e precisavam ouvir a boa nova da salvação. A Igreja também adotou a mesma prática para alcançar pessoas para Cristo. A Igreja de Cristo em Apodi, tem também usado a mesma atividade evangelística para falar ao povo apodiense e não tem se decepicionado. Agora, convenhamos que é incomodo, bastante incômodo. O pastor, sair do seu gabinete pastoral para ir as ruas de porta em porta, ouvindo história e bravata de pecador, as vezes sendo mal recebido, outras vezes não sendo nem recebido, sob este sol causticante e neste calor aproximado aos 40º, não é moleza não. Eu sei que é bem melhor ficar no cabinete de gravata, ar refrigerado, água fresquinha e com horário marcado para sair afim de não estressar, com mais de cem dias de férias durante o ano para relaxar, hum, é bem melhor. Sou leigo mas sei disso. Mas e a ordem de ir buscar os perdidos? Ha, que os perdidos venham as nossas catedrais para verem as nossas riquezas. Parece que a ordem de Jesus para o seu povo foi, venham as nossas catedrais e não ide e anunciai. Porenquanto não aparecer coisa melhor, vamos ficar com a antiga prática da evangelização pessoal. Não temos catedrais suntuosas para mostrar, não temos riquezas para serem vistas, então vamos ao ardor do sol, ao vento que resseca e a poeira que envelhece a nossa pele dizer aos pecadores que lhes resta uma esperança. Jesus o Filho de Deus.

 Por Pastor David Marroque

A Igreja tem como principal papel neste mundo ser notada por sua semelhança com Jesus. O evangelho é o que nos identifica como igreja de Cristo e divulga-lo é tarefa salutar na caminhada dos cristãos de modo que  não faze-lo nos torna indignos do nome de "evangélicos". Evangelizar é uma tarefa singular pois não é somente divulgar uma mensagem como meros portadores sem compromisso algum com o conteúdo mas é consequência de sermos atingidos e transformados pela mensagem do Reino e a partir de então feitos aliados o defendemos e o propagamos insistentemente.  Quem o faz não pode fazer por engodo por recompensa terrena ou para adquirir promoção pessoal. Mas a motivação principal deve ser a gratidão que move um coração salvo e que por isso ama a obra de Deus no próximo e ao próximo.

Quem evangeliza sabe que a recompensa maior é ter conhecido a Deus através do evangelho e anuncia-lo nos torna participantes deste projeto divino. De se tornar conhecido através da palavra pregada. Por isso esta escrito!   " E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas." Rm 10:15"Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. "1 Co 1:21"Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. " 2 Tm 4:2.
Deus em sua palavra quer ser conhecido por você e depois quer ser anunciado por você!

Por Evangelista Daniel

2º domingo de Junho - Dia do Pastor


Que Jesus Abençoe a todos os pastores; homens de Deus e sempre prontos a atender o chamado do Senhor!

Essa é nossa Homenagem... Em especial, aos pastores Eliel Freire e Daniel Ferreira, ministros abençoados na Igreja de Cristo em Sousa.

UMIC - Sousa (PB)

A Historia da Igreja de Cristo em Apodi! 1° Parte

Pastor David ainda jovem  assumiu a direção dos destinos  da
Igreja de Cristo em Apodi





A Igreja que foi oficialmente organizada na dia 17 de janeiro de 1.970 tem prestado relevantes serviços a comunidade inteira onde está militando. Hoje a igreja conta com 21 congregações, 17 casa de oração, destas, apenas 04 estão em construção, e conta com uma liderança de aproximadamente 40 pessoas, entre pastores, evangelistas, presbíteros, bispo, diaconos e dirigentes de congregações. Além de ja ter enviado diversos obreiros para os mais diversos campos da nossa Região e de outras regiões.
visão do templo antigo

Ao olhar para a multidão que se apertava por todos os lados nas dependências da Casa de Oração, inclusive pelas galerias, voltei os meus pensamentos para o dia 17 de janeiro de 1.970, um dia de sábado, na rua Governador Dix-Sept Rosado, e pude imaginar quantos estiveram presentes naquela reunião, certamente um número bem menor do que aquela reunião. Ao olhar para a beleza da nossa Casa de Oração, linda, mais acolhedora, bem maior, lembrei da antiga casa dos anos 70, que cheguei ainda a conhecer. Pequena construção rústica, baixinha, sem nenhum conforto para acomodação. Ao olhar para o povo, entreguei-me a imaginação para perceber como deve ter sido diferente, poucos jovens, poucos talentos, poucos entusiasmados, poucos vigorosos. Olhei para os obreiros, na reunião de terça-feira, uma multidão, como teria sido na reunião do dia 17 de janeiro de 1.970! O que é certo, é que o numero de obreiros foi bem menor também. Mas, em vez da vaidade que normalmente nestes momentos nos convence de que somos os tais, um sentimento de gratidão invadiu o meu coração que me levou a uma forte emoção. Se chegamos até aqui, se chegamos aonde chegamos, devemos muito aos acontecimentos daquela primeira reunião, e aí nos convencemos de que a nossa vitória não começou no dia 17 de janeiro de 2012, mas, no dia 17 de janeiro de 1970. 

Não somos nós os únicos responsáveis pelas vitórias e brilhantismo que temos hoje, mas nos lembramos, do Pr. Antonio Dantas, Santosa, Taninha, Otacílio, Presb. Paulo Valentim, Cândido Barreto, Pedro Sinésio, Severino Ramos de Paiva, Natalício Jorge, Antonzinho, e tantos outros que em tempos passados fizeram a história destes 42 anos de vitória da nossa igreja. Não podemos esquecer que não caminharemos para o futuro sem uma retrospectiva constante para o passado. Não podemos colecionar vencedores no presente, esquecendo os valorosos do passado, não podemos alcançar o futuro esquecendo as pontes de ligação do passado. Não podemos viver uma vitória no presente ignorando as lutas do passado. 


Não podemos responsabilizar somente as nossas vitórias as mãos firmes e fortes de lutas no presente, esquecendo as mãos estendidas e valorosas do passado. Seja como for, um olhar retrospectivo, sempre nos faz bem. Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericórdia e paz vos sejam multiplicadas. 

Templo atual



O reverendo David Marroque Continua a frente a mais de 20 anos
em um ministério abençoado e uma vocação a toda prova!


Por Evangelista Daniel
Extraido de textos reflexivos do  próprio Pastor David 

Vozes Historicas!






Pastor Manoel Higino de Souza, o principal mentor da organização da Igreja de Cristo no Brasil. Lendo a sua história percebemos o quanto de luz de Deus recebeu e repassando para todos nós, o conhecimento escriturístico e administrativo que fez da nossa Igreja um instrumento de propagação do evangelho e orientação aos caminhantes pelos desertos sem orientação. Foi um grande batalhador.




Pastor João Vicente de Queiróz, foi um dos primeiros a chegar , e o ultimo a nos deixar e durante a sua trajetória e caminhada na fé e ministério, nos deixou as marcas da sabedoria, da persistencia, do zelo, do amor e uma gama de virtudes inerentes ao caráter de um obreiro de Deus. A nossa história não seria tão enriquecida sem a sua história,a êle devemos um montão de exemplos nobres e dignos de serem imitados.





Pastor Eustáquio Lopes da Silva, chegou um pouco mais tarde e partiu um pouco mais cedo, porém, deixou o marco da sua passagem, como legado para as gerações futuras. Valeu a pena.

Igreja de Cristo em Apodi no ano 43 de sua organização




A Igreja de Cristo em Apodi durante a sua caminhada tem demonstrado ser uma Igreja que adota os moldes da Igreja primitiva. Não conhece, antes de fazer qualquer pronunciamento deve conhecer primeiro e fazer o seu juizo de valor. É uma Igreja missionária, não só na retórica, mas de fato e de verdade, é uma Igreja solidária que se compadece dos fracos, apoia os necessitados, acolhe os desamparados, e trabalha a restauração dos que chegam cansados e sem esperança. É uma Igreja preocupada com os seus obreiros, pois busca constantemente fortalece-los dando-lhes oportunidade de desempenharem o seu ministério, concede-lhes honra e proporciona-lhes a liberdade de fazer a obra sem a ação policialesca da sua liderança. Por causa de sua posição de Igreja simplesmente, Igreja, é invejada, perseguida e constantemente apedrejada, mas até nisso indentificamos nesta Igreja as características de uma Igreja que segue o rumo legado pelos apóstolos e pelo próprio Senhor Jesus. Mas vamos continuar, quem quiser apedrejar prepare as mãos sujas para faze-lo, porque estamos preparados para sofrer sem perder a postura de Igreja que sofre e proclama. Ao Eterno Rei, a glória e a honra.

A LOUCURA DOS QUE NÃO CREÊM! parte III

Deus realmente existe

As Escrituras não procuram, em nenhum ponto, provar a existência de Deus. Ela apenas o admite. Os santos do Antigo e do Novo Testamento que falaram inspirados por Deus não diziam que acreditavam em sua existência, mas que o conheciam – o que depreende bem mais. Com certeza, o conhecimento de Deus, conforme a Bíblia, é algo diferente do conhecimento científico baseado nos sentidos.

Mas, então, para que tentar provar a realidade de Deus?

Em primeiro lugar, porque muitos são sinceros em suas dúvidas.

É verdade que alguns não querem crer e, por isso, procuram desculpas para sua atitude. Outros querem acreditar sim, mas, infelizmente, encontraram diversos motivos para não fazê-lo. É aí que entramos com a evidência.

Em segundo, porque tudo aquilo que fortalece a nossa fé é útil. É por isso que muitos buscam provas, não para crerem, mas porque já crêem.
 

E em terceiro, porque esta é uma maneira de estarmos conhecendo um pouco mais da natureza de Deus e, com certeza, isso é algo bom e recomendável.

1. A criação

Alguém que ainda não tenha lido a complicada teoria de Darwin achará óbvio a existência de um Criador. Toda criação pressupõe um criador. Esta maravilha toda não pode ter surgido por acaso. Como já disse alguém: “Faz tanto sentido concluir que o cosmo é o mero resultado de uma explosão quanto achar que um livro pode surgir da explosão de uma gráfica”. Independente do que digam os ateus ou os cientistas, a criação é uma prova inegável da existência de Deus. “Pois os atributos invisíveis de Deus, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder quanto a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis” (Rm 1.20).

2. Desígnio e ordem

O Universo não apenas existe, mas existe com ordem, com desígnio, com evidências de uma inteligência criadora. A ordem no Universo mostra que ele fora criado com inteligência e com propósito, não surgiu e se tornou o que é por mero acaso. “Ele fez a terra pelo seu poder; ele estabeleceu o mundo pela sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus” (Jr 10.12). Um mero sacerdote do século VII a.C. percebeu e registrou isto de forma poética e inspirada, mas os céticos modernos se recusam a aceitar o óbvio.

“Galeno, célebre médico de inclinações ateísticas, depois de ter feito a anatomia do corpo humano, examinando cuidadosamente seu arcabouço, visto quão adequada e útil é cada parte, percebido as diversas intenções de cada pequenino vaso, músculos e ossos, e a beleza do todo, viu-se tomado pelo espírito da devoção e escreveu um hino ao seu Criador”.12





3. Senso comum

“Visto que o que de Deus se pode conhecer, neles (nos homens) se manifesta, porque Deus lhes manifestou” (Rm 1.19).

Desde o Iluminismo, a “crença” dos incrédulos era que, à medida que o conhecimento científico fosse aumentando entre a população, a religião entraria em decadência. Engano. O contrário sim, é verdade. E isso é testemunhado pelas próprias estatísticas.

Embora um ateu rejeite isso como prova, a verdade é que a própria natureza humana é um inegável testemunho a favor da existência de um ser supremo. Em todos os povos e em todas as épocas, a idéia de um Ser supremo sempre esteve presente, independente do grau de desenvolvimento. Mas não havia ateus materialistas? Sim, mas em um grau tão pequeno que não passavam de exceções confirmando a regra. Podemos até afirmar que o ateísmo é antinatural, é contra o comportamento e a noção comum do ser humano.

“No início do século XX acreditava-se que quanto mais o mundo absorvesse ciência e erudição menor seria o papel da religião. De lá para cá, a tecnologia moderna se tornou parte essencial do cotidiano da maioria dos habitantes do planeta e permitiu que até os mais pobres tivessem um grau de informação inimaginável 100 anos atrás. Apesar de todas essas mudanças, no início do século XXI o mundo continua inesperadamente místico. O fenômeno é global...” (grifo do autor).13

Os ateístas apresentam páginas e páginas de teorias para negar a existência de Deus. Mas todas elas despedaçam-se diante dos fatos. A crença do homem em Deus pode até ser confundida, mas a realidade mostra que jamais pôde ser apagada. Sobre isso se pronunciou o teólogo Evans:

“O homem, em toda parte, acredita em um Ser supremo ou seres a quem é moralmente responsável e a quem necessita oferecer propiciação. Tal crença pode ser crua ou grotescamente representada e manifestada, mas a realidade do fato não é mais inválida por tal crença do que a existência de um pai é invalidada pelas cruas tentativas de uma criança para desenhar o retrato de seu pai”.14

Raciocínios fúteis e corações insensatos

No decorrer da história cristã, os teólogos desenvolveram enormes argumentos filosóficos e naturais para provar a existência de Deus. Muitos desses argumentos apresentam uma profundidade de pensamento impressionante. Só por esse aspecto é fácil concluir que o conhecimento natural não é, de forma nenhuma, inimigo do conhecimento de Deus. O que impede muitos eruditos de admitir esta verdade é o orgulho e a presunção, pois, em verdade, não existem barreiras intelectuais reais que os impeçam de admitir-se a existência de Deus. Sobre isso, deixamos a palavra de Paulo, o sábio e erudito apóstolo que lançou os fundamentos da teologia cristã.

“Pois tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes seus raciocínios se tornaram fúteis, e seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Rm 1.21,22).

A LOUCURA DOS QUE NÃO CREÊM! parte II


patre II
O efeito Darwin

“Após ter lido A origem das espécies, de Charles Darwin, Marx escreveu uma carta ao seu amigo Lassalle na qual exulta porque Deus - ao menos nas ciências naturais - recebeu o golpe de misericórdia”.5

Não que essa fosse a intenção do naturalista Charles Darwin, mas suas idéias foram e ainda são utilizadas pelos ateus do mundo inteiro como argumento para provar que o simples fato de o mundo existir não demanda a existência de um Criador. Segundo a teoria da Evolução das Espécies, o mundo é o resultado de bilhões de anos de evolução, pela qual as formas de vida mais simples evoluíram para as formas de vidas mais complexas, até chegarem no homem.

Essa questão ferveu na Inglaterra do século XIX e, depois, no mundo inteiro. Conceber o Universo em termos evolutivos foi o padrão que, desde então, serviu para considerar a evolução como algo inerente à natureza de todas as coisas. Assim, não havia a necessidade de um agente externo, ou seja, Deus. Com sua teoria, Darwin proporcionou aos incrédulos aquilo que ainda lhes faltava: uma “base científica” para a negação de Deus.

Isso, no entanto, não significa que Darwin estava negando a existência de Deus. Em verdade, ele estava atribuindo o fato biológico ao Criador. Mas aqueles que buscavam ensejo para anular o argumento da criação como prova da existência de Deus usaram sua teoria como base. Logo, ser ateu por causa da evolução era uma opção de crença, e não uma conseqüência da teoria de Darwin. Até porque havia muitos teístas (pessoas que admitem a existência de um Deus pessoal como causa do mundo) entre aqueles que acreditaram na evolução.

Nosso propósito aqui não é discutir sobre a teoria da Evolução das Espécies. Mas é importante saber que, mais de cem anos depois, muitas dúvidas ainda pairam sobre essa teoria, insuficiente para explicar a origem do homem. Embora admita a evolução, o historiador sueco Karl Grimberg, no princípio de sua História Universal, comenta o seguinte: “se (conjunção condicional) a estrutura anatômica do homem é o culminar de uma longa evolução, foi, no entanto, repentino o nascimento da sua inteligência. Tudo faz supor que o limiar por onde se ascendeu diretamente o pensamento foi transposto de uma só vez” (grifo do autor).6

Grimberg fez essa declaração em 1941. Mas é impressionante a recente observação da revista Veja sobre o comentário de um dos maiores neodarwinistas da atualidade: “... o biólogo Ernst Mayr, da Universidade de Harvard, também concorda que apenas o desenrolar das leis naturais talvez explique o surgimento da vida na Terra – mas isso certamente não pode ser invocado para explicar o aparecimento de seres inteligentes. Lendário pelo ceticismo, Mayr não fala em milagre. Nem pode. Ele é considerado o maior neodarwinista vivo. Mas seu cálculo sobre a possibilidade de a natureza produzir seres inteligentes pelos processos evolutivos conhecidos é quase uma sugestão de que os seres humanos são mesmo produtos sobrenaturais” (grifo do autor).7

A espada de Karl Marx

De todos os movimentos que se rebelaram contra a crença em Deus, o marxismo foi o mais relevante. Toda a ideologia marxista e as demais que dele se originaram (comunismo, socialismo, leninismo e maoísmo) apresentavam uma aversão profunda contra toda e qualquer religião, principalmente o cristianismo. O ateísmo foi ensinado nas escolas e inculcado nos cidadãos que viviam sob essa orientação ideológica desde a mais tenra idade e em todo lugar. Muitos dos argumentos que os ateus atuais lançam contra Deus eram comumente utilizados pelos países comunistas/socialistas.

“O ateísmo de Marx certamente era de uma espécie extremamente militante. Ruge escreveu a um amigo: Bruno Bauer, Karl Marx, Christiansen e Feuerbach estão formando uma nova ‘Montagne’8 e fazendo do ateísmo o seu lema. Deus, religião e imortalidade são derrubados de seu trono e o homem proclamado Deus”. E George Jung, um jovem próspero, advogado de Colônia e partidário do movimento radical, escreveu a Ruge: “Se Marx, Bruno Bauer e Feuerbach, juntos, fundarem uma revista teológico-filosófica, Deus faria bem em cercar-se de todos os seus anjos e se entregar à autopiedade, pois estes certamente o tirarão de seu céu [...] Para Marx, de qualquer forma, a religião cristã é uma das mais imorais que existe” (grifo do autor).9

Como vemos, nem sempre o ateísmo existiu como uma crença passiva, como uma indiferença à religião. Dentro do conceito marxista, o ateísmo deveria substituir a crença em Deus, nem que para isto fosse necessário usar de violência. Não precisamos registrar aqui os milhares de mártires resultantes da implantação da ideologia comunista. Como escreveu Richard Wurmbrand, fundador da Missão a Voz dos Mártires: “Poso entender que os comunistas prendam padres e pastores como contra-revolucionários. Mas por que os padres foram forçados a dizer a missa sobre excrementos e urina, na prisão romena de Piteshti? Por que cristãos foram torturados para tomarem a comunhão com esses mesmos elementos? Por que a obscena zombaria da religião?”.10

O ateísmo militante no Ocidente

O atual movimento ateísta pode não ser algo tão inofensivo quanto se imagina. Marx foi um filósofo, não um carrasco. Mas não podemos dizer o mesmo de muitos de seus filhos ideológicos, como, por exemplo, Lênin e Stalin, na ex-URSS, e Mao Tse Tung, na china. A perseguição religiosa durante os seus governos, e também depois, mostra claramente que o ateísmo pode tornar-se tão intolerante quanto qualquer religião.

O ateísmo morreu com a queda da cortina de ferro para, agora, renascer no Ocidente, apoiado pela liberdade democrática, com o risco de tornar-se uma crença intolerante e agressiva.

Vladimir Lenin
A postura acadêmica de muitos ateus ocidentais da atualidade está em agudo contraste com alguns dos mais coloridos ateístas dos tempos passados. A fundadora da organização American atheists (“Ateístas americanos”), Madalyn Murray o’Hair, ficou conhecida mais por sua linguagem grosseira e ultrajes explosivos contra manifestações públicas de religião do que por suas proezas intelectuais. Ela veio a público em 1963, mas foi em 1959 que sua causa judicial, envolvendo seu filho, chegou à Suprema Corte. No caso Murray versus Curlett, a Corte declarou ilegal a oração obrigatória nas escolas públicas e, com isso, incentivou Murray, com uma carreia de mais de 30 anos, a criar uma América livre de religião.

Murray, freqüentemente, debatia em público, denunciando, de forma voraz, o cristianismo e lutando em favor do ateísmo. Iniciou muitos processos para que a sociedade americana ficasse livre de qualquer religião. Em um deles, a solicitação para que as notas e moedas americanas não trouxessem a frase “Em Deus nós confiamos”.

Chegou a afirmar, algumas vezes, que a American atheists tinha mais de 75.000 adeptos, porém, o mais exato é que tivesse apenas cerca de 5.000.

Em 1995, ela e sua família desapareceram com grandes porções dos fundos de suas várias organizações, exceto seu filho William Murray (objeto de seu processo judicial inicial), isolado por ela por ter-se convertido a Cristo. Os desaparecidos foram considerados assassinados.

Bases históricas dos ateus

Alguns sites, como o www.oateufeliz.com.br, por exemplo, fazem menção das mortes efetuadas pela Inquisição católica e pela colonização protestante na América para combater a crença em Deus. Todavia, querer provar que Deus não existe por esse motivo é um tanto quanto sem fundamento. Os ateus não podem esquecer que Stálin, Lênin e Mao Tse Tung mataram milhões de pessoas inspirados no socialismo ateu, conforme divulgado por Karl Marx.

Da mesma forma, o Nazismo dizimou a raça judaica e milhares de outras minorias por conta de suas teorias racistas, baseadas no darwinismo e no filósofo ateu Friederich Nietzsche.11 Mas não podemos negar a existência de Marx, Darwin e Nietzsche pelo fato de seus escritos terem sido utilizados de forma perversa.

Na verdade, as guerras e os massacres ocorrem motivados pelo desejo de poder e pela ambição por riquezas. A religião apenas serve de justificativa para tais atos, assim como o ateísmo serviu de motivo para que milhares de cristãos fossem massacrados em países comunistas. Assim, se a religião, por motivos históricos, pode ser classificada como nociva, o ateísmo também pode. Se, porém, separarmos os frutos bons dos ruins, veremos que a fé em Deus produziu os melhores.

Se os homens erraram dentro da História do Cristianismo, isso apenas indica que eles estavam fora dos padrões de Deus, e não um fundamento que sirva para provar que Deus não existe. Uma coisa é dizer que Deus não existe. Outra bem diferente é mostrar que o homem não tem obedecido a Deus como deveria.

 

A LOUCURA DOS QUE NÃO CRÊEM! Parte I




“Diz o néscio no seu coração: Não há Deus”(Sl 14.1)

Por Eguinaldo Hélio de Souza

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizada em 2000, dá conta de que aumentou o número dos ateus, pessoas que afirmam abertamente não crer na existência de algum deus ou de um mundo sobrenatural.

A maioria desse contingente é atéia na prática, ou seja, não apresenta nenhum tipo de fé religiosa e não “perde” tempo refletindo sobre a existência de Deus. São pessoas que, de fato, assumiram um modus vivendi em que não há espaço para a religião. Mas, apesar de suas convicções, não apresentam argumentos sólidos para o seu ateísmo.

Um número mais reduzido desse grupo, tanto no Brasil quanto no exterior, pode ser classificado como ateus filosóficos, isto é, pessoas racionalmente preparadas para justificar sua descrença, pois se ocupam em formular argumentos lógicos que justifiquem a sua posição. Poderíamos, ainda, chamar os ateus filosóficos de “incrédulos conscientes”.

Também, vale destacar um outro tipo de ateu, mais agressivo, detectado pela pesquisa em pauta: o militante. Esses ateus não somente não crêem na existência de Deus como também são contra aos que crêem. Tanto é que procuram persuadir os outros para a sua “fé sem deus”. Então, criaram o site Sociedade da Terra Redonda, cujo objetivo é reunir todos os ateus em sua militância. O site possui 820 colaboradores e recebe cerca de 75.000 visitas por mês.

Salientamos que os ateus militantes parecem dirigir toda a sua animosidade principalmente aos cristãos. Seus sites estão repletos de refutações à Bíblia e, entre eles, existem pessoas que se ocupam em desmentir os milagres de cura que ocorrem nas igrejas evangélicas e também em apontar as falhas da Igreja Cristã através da História, entre outras coisas. Além de negarem a existência de Deus de forma geral (pois ateu significa “sem Deus”), acabam se tornando, na maioria das vezes, antideus, isto é, contra Deus, ou, mais precisamente, anticristãos.

O ateísmo hoje

O ateísmo, como vem sendo propagado atualmente, não se contenta apenas em não crer na existência de Deus. Prega que a religião não é só inútil, mas também é má. E, ao lado de sua crítica à religião, divulga uma crença que dá possibilidade ao homem de resolver seus próprios problemas sem necessitar de uma força exterior. Em verdade, é um humanismo, não um humanismo que valoriza o ser humano, mas um humanismo que opõe Deus e homem, colocando este último como senhor e salvador de si mesmo.

O Credo Americano Ateísta corrente declara:

“Um ateísta ama a si mesmo e ao seu próximo ao invés de amar um deus. Um ateísta aceita que céu é uma coisa pela qual nós devemos trabalhar agora, aqui na terra, para que todos os homens possam desfrutar juntos. Um ateísta admite que ele não pode conseguir ajuda pela oração, mas que devemos encontrar em nós mesmos a convicção interior e a força para achar a vida, para resolver seus problemas, para subjugá-la e para desfrutá-la. Um ateísta aceita que somente no conhecimento de si mesmo e de seu próximo os homens podem encontrar o entendimento que o ajudará em uma vida de plenitude”.

Um aspecto importante que precisa ser mencionado: os ateus não negam apenas a existência de Deus, mas de qualquer realidade que não seja material, isto é, que não possa ser percebida pelos cinco sentidos. Para eles, não existe uma dimensão espiritual, habitada por anjos ou demônios. A única coisa que existe é o mundo físico, tangível, e nada mais além disso.

O impacto do pensamento científico

“A fundação indestrutível do edifício inteiro do ateísmo é a sua filosofia: o materialismo, ou naturalismo, como também é conhecido. Essa filosofia considera o mundo como ele é na verdade, visto na luz dos dados providos pela ciência progressiva e experiência social. Materialismo ateísta é o resultado lógico de conhecimento científico ganho durante os séculos” (grifo do autor).

A colocação acima pertence ao artigo “Materialismo versus idealismo”, de Madalyn Murray O’Hair, fundadora da organização American atheists (“Ateístas americanos”), que serve de inspiração para os ateus brasileiros. Com essa afirmação, a autoria lança uma das pedras de toque do pensamento ateísta: o conhecimento científico.

Embora não signifique que todos os envolvidos com o pensamento científico sejam ateus, o contrário geralmente é verdade. Os ateus atribuem sua incredulidade quanto às coisas divinas e espirituais alegando que as mesmas não podem ser comprovadas cientificamente. Basta lembrar que Yuri Gagarin, o primeiro russo a andar no espaço, fez questão de dizer “Não vi nenhum Deus”.

Desde o período do Iluminismo1, o conhecimento científico foi adquirindo mais e mais prestígio. Os benefícios trazidos pela tecnologia criaram um sentimento geral de que o homem poderia, sozinho, resolver seus próprios problemas, bastando, para isso, ter o conhecimento necessário. De repente, o Universo não era mais um objeto misterioso movido pelas mãos do Altíssimo, mas uma máquina perfeita regida por leis que podiam ser medidas e utilizadas em proveito próprio. O século XVIII viu surgir a filosofia materialista de Hume2, na qual não havia lugar para quaisquer coisas que não fossem tangíveis, palpáveis. A física de Newton e a química eram ciências suficientes para explicar todos os fenômenos.

É óbvio que a descoberta das leis da física e da química não é um fundamento aceitável para negar a existência de Deus. Toda lei tem seu legislador e a coisa mais fácil de concluir é um Universo regido por leis estabelecidas pelo Criador. Mas muitos, no afã de menosprezar a fé, lançaram mão desse instrumento para afirmações ateístas.

Há um site americano que divulga uma lista de “celebridades ateístas” que inclui filósofos (Thomas J. Altizer, Paul e Patrícia Churchland, Paul Edwards, Antony Flew, Michael Martin e Kai Nielsen), cientistas (Francis Crick, Richard Leakey e Stephen J. Gould), políticos (Fidel Castro e Tom Metzger), famosos (Woody Allen, Ingmar Berman, Bill Blass, Marlon Brando,Warren Buffett, George Carlin, Dick Cavett, George Clooney, Patrick Duffy, Katherine Hapburn, Arthur Miller, Jack Nicholson e Penn and Teller) e homens de negócio (Bill Gates, entre outros também conhecidos).

Todavia, ser cientista não obriga ninguém a ser ateu. Se isso fosse verdade, todos os cientistas seriam ateus, o que não é um fato. Inclusive, um dos maiores pensadores do século XX, autor do best-seller Uma breve história do tempo, não vê qualquer dificuldade em crer na existência de Deus. Muito pelo contrário: “O pai da cosmologia moderna, o inglês Stephen Hawking, acha fascinante a chamada hipótese teológica, a idéia de que entender Deus seria o alvo supremo da física, mas alega que o caminho para chegar lá é a ciência, e não a metafísica ou o misticismo. Quando lhe perguntam se Deus teve um papel no Universo antes do Big Bang, a suposta explosão primordial que teria criado o cosmo, Hawking admite que sim: acho que só Ele pode responder porque o universo existe” (grifo do autor).3

Sobre este assunto, uma citação do teólogo Charles Hodge, que deveria ser observada por aqueles que defendem o pensamento científico:

“Desde os primórdios da ciência moderna, vêm emergindo constantemente aparentes discrepâncias entre a natureza e a revelação, o que, por algum tempo, tem ocasionado grande escândalo a crentes zelosos; em cada exemplo, porém, sem a menor exceção, tem sido descoberto que o erro se encontra ou na generalização apressada da ciência, devido ao conhecimento imperfeito dos fatos, ou na interpretação tendenciosa das Escrituras”.4


Por Instituto Cristão de Pesquisas

Para Onde Olhar Quando Você Está em Aflição !



Na igreja evangélica aconteceu uma mudança referente à maneira como pensamos no evangelho. Esta mudança não é desconectada da vida real. Ela nos afeta na vida cotidiana.
Em sua obra Paul: An Outline of His Theology (Paulo: Um Esboço de Sua Teologia), o famoso teólogo holandês Herman Ridderbos (1909-2007) resume esta mudança, que aconteceu depois de Calvino e Lutero. Foi uma mudança grande, mas sutil, no foco da salvação, movendo-o da realização externa de Cristo para a nossa apropriação interna:
Em Calvino e Lutero toda a ênfase recaía no evento redentor que aconteceu na morte e ressurreição de Cristo. Posteriormente, sob a influência do pietismo, do misticismo e do moralismo, a ênfase mudou para a apropriação pessoal da salvação dada em Cristo e para seu efeito moral e místico na vida do crente. Em harmonia com isso, na história da interpretação das epístolas de Paulo, o centro de gravidade mudou, cada vez mais, dos aspectos judiciais para os aspectos espirituais e éticos da pregação de Paulo. E surgiu uma concepção totalmente diferente das estruturas que fundamentam a pregação de Paulo.
Donald Bloesch fez uma observação semelhante quando escreveu: "Entre os evangélicos, maior atenção é dada não à justificação dos ímpios (que era o motivo básico da Reforma), e sim à santificação dos justos".
Essa mudança veio acompanhada de uma nova ênfase na vida interior do indivíduo. A questão subjetiva "O que eu estou fazendo?" se tornou mais predominante do que a questão objetiva "O que Jesus fez?" Como resultado disso, gerações de crentes aprenderam que o cristianismo era primariamente um estilo de vida; que a essência de nossa fé se centralizava em "como vivemos"; que o verdadeiro cristianismo era demonstrado na mudança moral que aconteceu no interior daqueles que tinham um "relacionamento pessoal com Jesus". Portanto, nossas realizações constantes por Jesus, e não o que Jesus fez perfeitamente por nós, se tornaram a ênfase de sermões, livros e conferências. O que eu preciso fazer e quem eu preciso ser se tornaram o fim principal.
Creiamos nisso ou não, a mudança de foco, do aspecto "judicial para o espiritual", do exterior para o interior, desencadeia consequências práticas.

Quando estamos à beira do desespero, olhando para o abismo de trevas, experimentando uma noite sombria da alma, voltar-nos para a qualidade interior de nossa fé não nos trará esperança, nem livramento, nem alívio. Frequentemente, a nossa pregação (e o nosso aconselhamento) equivale a dar instruções de natação a um homem que está se afogando: "Patinhe mais forte, mexa as pernas mais rápido". Supomos que as pessoas têm o poder interior de fazer as escolhas certas, por isso nós as levamos para dentro de si mesmas. (Interessantemente, Martinho Lutero definiu o pecado como "a humanidade voltada para dentro de si mesma"). No entanto, como muitas pessoas já sabem, toda resposta interior fracassará dentro delas mesmas. Voltar-nos para o objeto exterior de nossa fé, ou seja, Cristo, e sua obra consumada em nosso favor é o único lugar onde achamos paz, orientação e ajuda. Em vez de direcionar-nos para algo dentro de nós, o evangelho sempre nos direciona a algo, a Alguém, fora de nós, onde achamos a segurança que tanto desejamos em tempos de dúvida e desespero. A segurança que anelamos quando tudo parece destroçar-se não virá em descobrirmos o consagrado "herói interior", mas somente em compreendermos que, não importando como nos sentimos ou o que estamos sofrendo, já fomos descobertos pelo "Herói exterior".
Como Sinclair Ferguson escreveu em seu livro The Christian Life (A Vida Cristã): "A verdadeira fé obtém seu caráter e sua qualidade do seu objeto e não de si mesma. A fé tira uma pessoa de si mesma e a leva a Cristo. Sua força, portanto, depende do caráter de Cristo. Até aqueles de nós que têm fé fraca possuem o mesmo Cristo poderoso que os outros crentes possuem!"
Por meio de seu Espírito, a contínua obra de Cristo em mim consiste em seu constante e diário trazer-me de volta à sua obra consumada por mim. A santificação se satisfaz na justificação, e não o contrário. O evangelho é as boas novas que anunciam a infalível dedicação de Cristo a nós, apesar de nossa falta de dedicação a ele. O evangelho não é uma ordem de nos segurarmos em Jesus. Pelo contrário, o evangelho é uma promessa de que, não importando quão fraca seja a nossa fé em tempos de depressão espiritual, Deus está sempre nos segurando.
Martinho Lutero usava uma expressa para se referir ao perigo que surge de colocarmos nossa esperança em qualquer coisa que há em nosso interior: monstrum incertitudinis (o monstro da incerteza). É um perigo que, desde a Queda, sempre aflige os cristãos, mas aflige especialmente os cristãos de nossa época altamente subjetivista. É um monstro que só pode ser destruído pelas promessas exteriores de Deus em Jesus.

Romanos 5.1 diz: "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo". Esta é uma paz genuína, edificada sobre uma mudança real em nossa posição diante de Deus – da posição de culpados diante de Deus, o juiz, para a posição de justos diante de Deus, nosso Pai. Esta é a segurança objetiva até do mais fraco dos crentes. É uma paz que descansa totalmente no fato de que já "fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho" (v. 10); fomos justificados diante de Deus, de uma vez por todas, por meio da fé na obra consumada de Cristo. Esta paz produzirá sentimentos verdadeiros e ação resoluta. No entanto, esta paz com Deus, que Paulo descreve, repousa seguramente na obra de Cristo por nós, fora de nós. A verdade é esta: quanto mais eu olho para meu próprio coração em busca de paz, tanto menos a encontro. Por outro lado, quanto mais eu olho para Cristo e suas promessas em busca de paz, tanto mais a encontro.
Então, quando pressionados por todos os lados, olhemos para cima. Na administração de Deus, a única saída é sempre para cima, e não para dentro.


Poe William Graham Tullian Tchividjian ( Neto  de Billy Graham )