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13ª Conferência Evangelística realizada nestes últimos dias, em Apodi/RN. 1° Dia.

A Igreja de Cristo nesses dias 21 e 22 de Maio, realizou, sob a coordenação do pastor da Igreja de Cristo na cidade de Apodi/RN, David Marroque Teixeira, a sua 13ª Conferência Evangelística neste município, dessa vez, na comunidade de Santa Cruz.

Um bom número de obreiros, tanto de Apodi, como também da Região, estava presente apoiando a movimentação.

Pastor Francisco Gomes ministrando o louvor.


Os ouvintes da palavra, atentamente recebiam instruções acerca do caminho para a salvação.


Flash

 O Pb. João Maria coordenando uma oração.

O Irmão Gilson, dirigente da Congregação no Sítio Poço Verde, também estava apoiando a Conferência.

O pastor Francisco Higino, dirigente da Igreja de Cristo em Mossoró/RN, cooperou ativamente durante todo o período da movimentação, visitando, distribuindo panfletos e adorando ao Senhor nas reuniões.

O Ev. Barbosa, que dirige a Igreja de Cristo em Pau dos Ferros/RN, também veio estar presente na movimentação, cooperando ativamente.

Pb Francisco Martins, cantando: Onde estar aquele povo barulhento?

O Ev. Daniel, da Igreja de Cristo na cidade de Sousa/PB, foi o ministrante da Palavra de Deus.

 Irmão Erinaldo, louvando ao Senhor.

 Mais um flash.

Este é o pastor Praxedes, dirigente desta Congregação da Igreja de Cristo nesta Comunidade. Orando finalizando o trabalho.

Postado por: Ev. Magnus Keely.

Arqueólogos encontram primeira prova da existência da Belém bíblica




Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", que supõe a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia, informou nesta quarta-feira (23) a Autoridade de Antiguidades de Israel.
Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, que foi encontrado nas polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental.
Datada entre os séculos VII e VIII a.C, a peça é meio milênio posterior às Cartas de Amarna, uma correspondência diplomática em língua acádia sobre tabuletas de argila entre a Administração do Egito faraônico e os grandes reinos da época e seus vassalos na zona.
O descobrimento anunciado nesta quarta remete a uma época posterior, a do Primeiro Templo Judeu (1006 - 586 a.C.), citada no Antigo Testamento como parte do reino da Judéia.
"É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", assinalou o responsável das escavações, Eli Shukron, em comunicado.
"A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", acrescenta a especialista.
 Texto extraido do sitede noticias uol.com.br

Língua Sagrada?






A questão das línguas é cada vez mais corriqueira no meio evangélico. Vale aqui ressaltar que não estou falando do Dom de Línguas apresentado na carta de Paulo aos Coríntios. Estou falando das línguas utilizadas originalmente para a escrita das passagens Bíblicas.
Em outras religiões existe a noção de “língua santa” na qual o texto foi inspirado e que, somente naquela língua, o texto é realmente sagrado. Assim ocorre com o budismo, com o hinduísmo e principalmente com o islamismo. No cristianismo apenas a Igreja Católica Apostólica Romana é que possui no latim uma “língua santa”.

Vamos agora conhecer um pouco mais sobre as línguas bíblicas.

Para começo de conversa não tem nenhum cabimento defender o latim como sendo uma língua santa para a Bíblia. Lembre-se que a Bíblia foi redigida em 3 línguas: O Hebraico, o Aramaico e o Grego Koinê. Nenhum texto Bíblico foi escrito originalmente em Latim, por este motivo temos a certeza de que o Latim é apenas uma das traduções como o é o Português, o Francês, o Inglês e o Coreano.

O Hebraico Bíblico:


Hebraico Bíblico
Grande parte do Antigo Testamento foi escrito em Hebraico. Esta língua, de origem é uma língua Semita, ou seja, uma língua derivada da forma de falar e escrever dos filhos de Sem (filho de Noé). Esta é a mesma origem do assírio, do arameu… Ele é um dialeto cananeu que surgiu durante o período monárquico de Israel e que se desenvolveu de forma independente. Depois do cativeiro babilônico esta língua caiu em desuso e começou-se a utilizar a forma do hebraico usada nos dias de hoje.

O Aramaico:


Aramaico Bíblico (oração do Pai Nosso em Aramaico)
Esta também é uma língua Semita. Ao contrário do que alguns acreditam o Aramaico não é um dialeto hebraico, são línguas parecidas, mas independentes.
Esta língua é a menos utilizada na escrita Bíblica, aparecendo apenas em alguns pontos isolados do Antigo Testamento, a saber: 2 palavras em Gênesis 31:47; uma parte do livro de Esdras (Ed 4:8 – 6:18 e 7:12-26), um trecho de Daniel (Dn 2:4 – 7:28) e um versículo de Jeremias (Jr 10:11). No Novo Testamento o aramaico é utilizado em poucas citações contudo em todas elas encontramos as traduções para o grego imediatamente a seguir.
No entanto devemos compreender que a língua falada dentre Jesus e seus discípulos era o aramaico, portanto, devemos compreender que todos os diálogos encontrados nos evangelhos foram originalmente traduções feitas pelos escritores daquilo que ouviram em aramaico.
Exemplo disto pode ser dado no texto de Mateus 27:45 e 46:
E Houve trevas sobre toda a terra, do meio-dia às três da tarde, Jesus bradou em alta voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu Deus! Meu Deus! Porque me abandonaste?”.

O Grego Koinê:


Grego Koinê
Segundo o Prof. Pr. Antonio Gusso, o Grego é dividido em cinco períodos históricos, a saber: 1)Formativo(1500-900 a.C.) – época em que surgiu os três dialetos principais: Dórico, Eólico e Jônico-ático; 2)Clássico(900-330 a.C.) – época das famosas obras de Homero, Hesídio, Heródoto e Platão; 3)Koinê (330 a.C. – 330 d.C.) – época em que a língua grega passou a ser utilizada por várias nações conquistadas, principalmente, por Alexandre – O grande; 4)Bizantino(330-1453 d.C.) – esta língua foi preservada principalmente em Bizâncio e Ásia Menor; 5)Moderno (a partir de 1453 d.C.) – esta é a língua falada hoje na Grécia.
É interessante notar que devido ao período da primeira tradução do Antigo Testamento (a famosa Septuaginta – LXX) e dos escritos do Novo Testamento estarem compreendido no 3º Período da história da língua Grega, a única forma do Grego que foi utilizada na Bíblia foi o Koinê.
No entanto, é interessante notar que a própria palavra Koinê já demonstra o que é esta língua: Koinê em Grego significa “comum”, ou seja, era a língua utilizada pelo povo! Era a língua que muitos utilizavam corriqueiramente para se comunicarem, inclusive em diferentes países.

Escolhendo uma língua:

Se fossemos escolher uma das línguas para ser considerada “a língua sagrada” do Cristianismo teríamos algum problema:
Haveriam os defensores do Hebraico, afinal esta foi a primeira língua utilizada para escrever a Bíblia, os 10 mandamentos, a Torá e grande parte do Antigo Testamento.
Noutro lado teríamos os defensores do Aramaico, afinal esta foi a língua utilizada por Jesus para se comunicar com seus discípulos e até mesmo em milagres como a passagem relativa a filha de Jairo, Ele falava em aramaico!
Num terceiro lado teríamos os defensores do Grego Koinê, afinal Deus permitiu que todo Antigo Testamento fosse traduzido para esta língua que é a mesma utilizada para a escrita do Novo Testamento.
Realmente não dá para escolher dentre estas 3 línguas, e todas elas poderiam ser igualmente escolhidas pelos motivos apresentados, no entanto, é importante notar que todas elas eram línguas do povo, a forma como o povo se comunicava naquela época. Mesmo o grego koinê era a língua que fazia o “intercâmbio” dentre as nações assim como o inglês é hoje.

A verdade:

A verdade é que Deus não deixou dúvidas que o interesse d’Ele não era santificar uma língua em especial. Não era criar um objeto de adoração. Ao contrário, Deus, em Sua magnífica sabedoria, utilizou-Se da língua comum, a língua que o povo fala, para se comunicar com todos.
Que maravilha! Glórias a Deus que não impede que o que pouco estudou compreenda a Ele tão bem quanto o “seu dotô”. Deus busca um relacionamento pessoal com cada ser humano e é por isto que Ele se comunica diretamente na língua do povo.
Esta é a razão pela qual o Cristianismo não tem uma “língua sagrada”. Por isto é que a Bíblia pode e deve ser traduzida para o Português, Inglês, Francês, Japonês, Alemão, Russo, Árabe, Creolo, Affrikans, Yorubá, Javanêz, Mandarim… e todas as mais de 2000 línguas que já possuem a totalidade da Bíblia.
Que haja, pois, mais e mais traduções, que cada dialeto falado na face da Terra tenha a sua tradução da Bíblia, desta forma, todo ser humano conseguirá compreender o amor de Deus por nós.

Consequências:

Como consequência natural desta inexistência de uma língua sagrada, vemos o fato de que é contrário aos desígnios de Deus a “super-valorização” que atualmente tem sido dada ao Hebraico. Vemos pessoas sinceras, mas desconhecedoras das verdades bíblicas, tentando decorar palavras em Hebraico. Pastores e líderes que deixam de utilizar-se da palavra Jesus para utilizar-se da transliteração do hebraico “Yehoshua”…
Amigos! Não é a PALAVRA “JESUS” ou “YEHOSHUA” que tem poder! Quando a Bíblia fala que basta clamarmos pelo Nome de Jesus que Ele nos salvará não é a PALAVRA em questão que tem poder, mas é quem está sendo clamado, ou seja, o próprio Deus! A segunda pessoa da Santíssima Trindade! Aquele que veio a Terra, por nós, viveu por nós, morreu por nós e ressuscitou ao terceiro dia para que pudéssemos ter a salvação!
Não existe nada de especial na PALAVRA Yehoshua, inclusive esta é a mesma palavra que no Antigo Testamento foi traduzida como Josué! Portanto, vemos que trocar a palavra não aproxima-nos mais de Deus.
Ao contrário! O que tenho visto em certas igrejas é exatamente um distanciamento de Deus por esta utilização de palavras desconhecidas e distantes do povo.
Ao ficarem insistindo em utilizar-se de palavras difíceis, os líderes acabam se tornando intermediários dentre Deus e o povo. Passam a experimentar o mesmo do passado da Igreja Católica Apostólica Romana com suas missas em latim. Negam que o véu se rasgou! Negam que o caminho foi aberto! Negam que Deus quer falar diretamente conosco e que não será uma barreira linguística que irá impedir Ele de se achegar diretamente até nós!
A verdade é que quem defende a utilização de palavras em Hebraico está e querendo se meter como intermediário dentre Deus e os homens e só há um mediador e este é JESUS!

Conclusão:

Não estou desmerecendo a importância de se estudar as línguas originais da Bíblia. Segundo o Prof. Pr. Antonio Gusso, dois pontos principais devem ser considerados: 1) As línguas vão se modificando dia-a-dia o que cria a necessidade de atualizações das versões da Bíblia, e estas devem procurar chegar o mais perto possível do texto original, e 2) Porque a Bíblia, conforme originalmente escrita, é considerada Palavra de Deus.
Ou seja, devemos sim buscar conhecimento das línguas originais, mas nunca como substituto do relacionamento pessoal nosso com Deus.
Deus nos escuta, nos compreende e nos atende (segundo Sua vontade) em qualquer língua que falemos. Ele compreende ao índio que buscar a Ele em Tupi. Ele compreende ao americano que buscar a Ele em inglês. Ele te compreende em Português, mesmo que você fale errado.
Deus não está interessado em línguas, Ele está interessado num coração quebrantado e numa busca real e pessoal!
Busque diretamente a Deus, não deixe que línguas venham a ser barreiras dentre você e Deus!


Extraído do blog  http://mantenedordafe.org

A historia da Igreja de Cristo! Pitombeira


Pr Gesilau Rocha


  No ano de 1932 se converteu na Igreja de Cristo, no sitio sicupira, municipio de Apodi, irmão Nõe Joaquim de Paiva e sua esposa Rita Gomes de Melo, era o começo de uma longa e bonita história de lutas, desafios e vitórias da Igreja de Cristo.




No ano de 1935, o pastor Francisco De Assis, atrelado com os irmãos Noé joaquim e Rita Gomes, deram inicio ao trabalho da Igreja de Cristo, lembrando que o trabalho de evangelismo que é uma característica que sempre destacou a Igreja de Cristo,  estava  alcançando o sitio vizinho da Sicupira, chamado de Pitombeira, pois bem    com o passar dos anos com o trabalho solidificado o irmão Noé Joaquim recebeu uma graça e foi separado para ser presbítero e dirigente da congregação da Igreja de Cristo no sitio Pitombeira, recebendo assistência do pastor Francisco De Assis que vinha da Cidade do Itaú usando como transporte um (jumento),o tempo passou e cada vez o trabalho foi se destacando chegando ao ponto dos irmãos sentirem a necessidade de construir uma casa de oração(templo),no ano de 1970, esse sonho foi realizado o presbítero Noé Joaquim de paiva, presenteou a Igreja com um terreno, sendo assim construído a tão sonhada casa de oração da Igreja de Cristo em Pitombeira, lembrando que nessa tempo a igreja já estava sendo pastoreada pelo pastor Pedro Queiroz,como a caminhada da Igreja tem lutas, desafios e vitórias no ano de 1985, a Igreja de Cristo passou por uma grande luta, foi um ano de um inverno grande com muitas chuvas pesadas, e com isso o templo da Igreja de Cristo, que já estava com 15 anos desde a sua construção, não resistiu e caiu, foi um choque grande para os irmãos,além de ter que ouvir a zombaria de muitos. O tempo passou assim como alguns pastores que passaram por aquela congregação, alguns se destacaram com seu trabalhos,segundo o relato do único sobrevivente daquela geração de crentes no sitio Pitombeira, o diácono Jonas de Paiva, entre eles pastor Cândido Barreto, Pr Aldir Palmeira ,Pr Geraldo Lima,Pr Davi marroque Teixeira ,esse segundo relatos teve grande destaque com seu trabalho, Luis Monteiro G.Paiva (lira) e Ivanildo paiva também apesar de alguns contra tempos tiveram seus trabalhos bem desenvolvidos neste lugar,e por ultimo o pastor Gesilau Rocha que vem desempenhando um belo trabalho nesse lugar, no ano de 2002 junto aos irmãos, diácono Jonas de paiva e o diácono Ilmar G. de Paiva, reconstruiu o  templo depois de 32 anos, com muita dificuldade, pois a Igreja se encontrava desmorecida, o que não era pra menos, hoje graças a Deus, a Igreja de Cristo na Pitombeira, estar firme e forte,e louvando e bendizendo o nome do Senhor no  templo, graças a Deus por esses homens que ele pôs na frente desta igreja que a 77 anos está firme,apesar das dificuldades, e nenhum contra-tempo que enfrentou foram motivos para deixar de caminhar, isso sim é exemplo para nós.Lembrando aos irmãos que a Igreja de Cristo na Pitombeira pertence ao Umarizal apesar de ser município de Apodi.

Saudoso Noé Joaquim


Pr David Marroque 



Editado por Ev. Daniel